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minha fama de mauErasmo Carlos publicou, em outubro, Minha Fama de Mau, livro no qual revela experiências da época da Jovem Guarda. São divertidas memórias, da infância humilde à consagração como ídolo do rock. “Escrevi contos curtos e aí vimos que dava pra separar infância, adolescência, Jovem Guarda. Quando a editora viu os contos imaginou que poderia transformá-los em minhas memórias”, explica Erasmo, que encarou a tarefa de escritor com a mesma dedicação que tem como compositor. “Meu trabalho é todo dia, 24 horas por dia. Não descanso. Sempre estou pensando na minha música, na minha carreira. O livro apenas substituiu a música”.

O livro conta situações até então inéditas de Erasmo com Roberto Carlos, Carlos Imperial (classificado como “guru”), André Midani, Carlos Manga e Tim Maia. Mesmo revelando particularidades da vida alheia, o “tremendão” não se preocupa com possíveis processos. “Evitei esse negócio de pedir autorização aos meus amigos, vi que não seria necessário porque é um livro do bem”, avisou Erasmo, que chegou a comunicar alguns dos amigos “mais chegados” como Roberto Carlos, Juca Chaves e Marcos Valle. “Se alguém não gostar, o problema será da pessoa. Se alguém reclamar vai ser uma pessoa muito chata”.

Sempre associado ao companheiro Roberto Carlos, Erasmo introduz a leitura dizendo que ele não é “porta-voz” do Rei. “Minha obra é muito maior que a amizade com Roberto Carlos. Ele é uma linda passagem na minha vida”, desabafa o “tremendão”, que já chegou a ser sondado para fazer um livro de sua relação com Roberto Carlos. “Me ofereceram uma fortuna para escrever um livro ‘O Rei e Eu’. Jamais escreveria um livro de fofocas de Roberto Carlos”.

Para ler um trecho do livro, clique aqui.

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twistedsister

É metaleiros do meu Brasil,  eles vêm aí. Twisted Sister vai tocar  no Via Funchal, em São Paulo em 14 de novembro. A maquiagem e as roupas extravagantes são um capítulo à parte da banda. Formada no início da década de 70, o grupo cresceu junto ao estouro do glam rock junto a nomes como David Bowie, Alice Cooper e New York Dolls. Com a entrada de Snider na banda, em 1976, o visual ganhou ainda mais camadas e texturas.

No início dos anos 80, o Twisted Sister constava em uma lista feita pelo Senado americano, em que constavam 15 bandas proibidas de ter suas músicas executadas em rádios e TV.  Insatisfeito com a censura, Dee Snider, vocalista, foi nomeado por sua classe a ir defender o heavy metal na corte. De jeans e jaqueta, com o cabelão dourado e bufante, Snider impressionou os senadores com sua retórica perfeita.

“Éramos uma das maiores bandas de heavy metal no mundo na época e, consequentemente, eu era uma das pessoas mais conhecidas”, falou Dee Snider, hoje com 55 anos. “Quando fui para Washington, pensei que seria uma grande oportunidade para lutar a favor do metal, seria o cara que levantaria a bandeira e que todos me seguiriam. Ninguém me seguiu, me abandonaram e eu fiquei sozinho nessa empreitada contra a censura. Acabei virando um alvo do governo. Checavam minhas correspondências, grampearam meu telefone, e shows da minha banda foram cancelados.”

Atualmente, o vocalista possui um programa de rádio há 13 anos nos Estados Unidos e escreve para a televisão e cinema. No momento, produz um filme do filho. “O Twisted Sister é um hobbie. Fazemos 25 shows por ano e nunca entramos em turnês, são apresentações esporádicas.”

E pra quem curte um antes e depois. Vale a pena dar uma olhada, pra avaliar como eles mudaram e dar umas risadas. Primeiro um dos grandes sucessos do Twisted: We’re not gonna take it! No segundo vídeo, a banda atualmente, sem maquiagens, mas com a expressão de sempre. Sem a juventude, mas ainda com a mesma vitalidade e cabelera.

Serviço: Twisted Sister no Via Funchal (Rua Funchal, 25) em 14 de novembro sábado, às 22h.

Pontos de venda da Via Funchal:
Bilheterias da Via Funchal – Rua Funchal, 65 – Fone: (11) 2198-7718
Newness Alphaville – Avenida Yojiro Takaoka, 4528
Fuji Turismo Guarulhos – Rua Tapajós, 33C

Pontos de venda da Galeria do Rock:
Animal Records – (11) 3223-6277
Consulado do Rock – (11) 3221-7933
Hellion – (11) 3223-8855

http://www.blogcatalog.com/directory/art/music-art

cd-elvis75Uma caixa comemorativa aos 75 anos de  Elvis Presley será lançada em 8 de dezembro, com 100 músicas que englobam todas as fases da carreira do astro. A caixa Elvis 75: Good Rockin’ Tonight e será lançada em comemoração aos 75 anos que Elvis completaria em 08 de janeiro de 2010 se estivesse vivo.

Além de incluir alguns dos maiores sucessos da carreira do cantor, a caixa trará músicas não tão conhecidas do grande público, como a faixa My Happiness. Elvis pagou quatro dólares para gravar esta música em julho de 1953 no Memphis Recording Service, um ano antes de assinar um contrato de gravação com a Sun Records.

Um livro com 80 páginas, com texto do jornalista Billy Altman, e fotografias raras também acompanham a caixa.

Curte aí Blues Suede Shoes.

Saiba mais sobre Elvis Presley..

Elvis Aaron Presley, nas circunstâncias mais humildes, nasceu para Vernon e Gladys Presley em uma casa de dois quartos em Tupelo, Mississipi no dia 8 de janeiro de 1935. Seu irmão gêmeo, Jessie Garon, nasceu morto, e Elvis cresceu como filho único. Ele e seus pais se mudaram para Memphis, Tennessee em 1948, e Elvis lá se formou na Humes High School em 1953.

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.

Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas.

Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20.

Underground Busking at Leicester Square

Underground Busking at Leicester Square

Viver em Londres significa, entre outras coisas, depender de transporte público. Só pelo metrô passam quatro milhões de pessoas todos os dias, das cinco e meia da manhã até pouco mais da meia-noite.

Mas na Inglaterra, a simples ação de andar de metrô, além de útil, é pura cultura.

Algumas estações do famoso underground inglês contam hoje com pequenos palcos em meia-lua, onde músicos se apresentam e tornam a viagem diária da gente um pouco mais agradável.

Esses artistas de rua que vivem do trocado que deixamos em seus chapéus são chamados de buskers.

Para evitar problemas do público com os buskers, a administração de Londres decidiu, em 2003, regularizar a atividade dos artistas no metrô da cidade. A ação veio depois de inúmeras reclamações de passageiros, que não se conformavam com o comportamento e com a qualidade do som dos artistas. Mas o problema já faz parte do passado.

Depois de realizadas audições com músicos profissionais do mundo todo, foram selecionados cerca de 400 buskers que agora tocam em 26 estações de metrô por duas horas no máximo cada um.

O esquema permite até 1200 diferentes shows por semana. Um dos pontos preferidos é na estação de Leicester Square (vídeo abaixo, foto acima).

Há vários ex-buskers famosos. Entre eles, Eric Clapton e até mesmo os Beatles. E ao que parece, a atividade de busking na Europa é apenas um caminho para o sucesso. Enquanto os contratos não chegam, os talentos continuam vivendo underground, alguns faturando alto com os passageiros.

Os nem tão talentosos assim saem muitas vezes carregando consigo centavos apenas. Resignados, dizem não ligar para isso. O que eles querem mesmo é espalhar música e amor debaixo da terra.

Pra quem acha que precisa pagar caro por música boa, fica a reflexão. Olha a animação do pessoal curtindo o busking! Alguém aí a fim de dar uma banda pela Inglaterra?

Conteúdo:  CAMINHA, Mariana. Mari na Inglaterra – Como estudar na ilha…e se divertir fora dela. Brasília: Editora Thesaurus, 2008.

tarantino
O
s filmes de Quentin Tarantino tem músicas marcantes: as composições antigas embalam cenas cruciais de seus personagens. A união costuma ser tão perfeita que as canções sempre viram hit.

Tarantino cancelou sua visita ao Brasil recentemente para lançar seu mais recente trabalho, o filme Bastardos Inglórios. Para os fãs do cineasta, uma boa notícia. A revista Billboard Brasil traz em sua primeira edição no Brasil uma entrevista exclusiva com o diretor de Pulp Fiction e Kill Bill. Ele conta como se dá o processo de escolha das trilhas sonoras de seus filmes, o caminho utilizado para a escolha musical de Bastardos Inglórios e fala sobre sua sala de discos, um espaço onde separa todo o seu acervo de, basicamente, vinis por artistas, décadas esubgêneros.

Little Green Bag, canção gravada por George Baker Selection em 1969, virou hit depois de embalar a cena inicial de Cães de Aluguel (1992), quando surgem os assassinos do filme.

Um pouco da entrevista da Billboard com Tarantino..

Você escreve cenas especificamente para partes específicas de música?
Eu estou sempre procurando alguma música legal que eu poderia usar em um filme. Termino meu trabalho, entro em meu estúdio, coloco alguma música, e literalmente, eu posso vê-lo na tela. Eu me projeto para uma sessão de cinema, imagino a cena na tela, ouvindo a música e imagino a reação do público.

Fale mais sobre seu estúdio.
Há um quarto reservado, onde guardo meus vinis. Eu tenho CDs, mas eles são só enfeite.  Quando comprei a casa era um berçario e eu o tranformei em uma loja de discos praticamente. Eu coloquei espécies de escaninhos em que dividi por décadas e, em seguida, pelos subgêneros dentro de cada década. Nos anos 60, há a seção psicodélica, e em seguida, a invasão britânica, e coisas assim. Os 70 tem o soul. A maior parte dos vinis recolho desde que eu era uma criança, é a minha seção de trilha sonora.

É fácil para você obter os direitos para essas músicas?
É realmente bastante fácil de obter os direitos agora, porque eu uso músicas que a maioria das pessoas não tinham ouvido antes. Então, depois do filme, comerciais no mundo todo se interessam em comprar. Eles podem dobrar, triplicar e quadruplicar sua renda apenas pela exposição do filme. Isso aconteceu com a canção Woo Hoo que lancei no disco Kill Bill: Vol. 1.

ErasmoCarlos_RockRollApós cinco anos sem fazer turnê no Brasil, Erasmo Carlos está de volta. Erasmo Carlos vem cheio de novidades: além do disco Rock n roll, ele lança no final de outubro o livro de memórias Minha fama de mau, pela editora Objetiva. Aos 68 anos, o Tremendão critica o culto às celebridades, diz que a lei antifumo o faz querer ficar em casa e rejeita o rótulo de pai do rock brasileiro.

Embora sempre tivesse gravado rock n roll, como eu sou brasileiro, tenho outras influências também. Então sempre estou metido na MPB, trabalhando com Marisa Monte, Simone, Maria Bethânia. Eu já estava com saudades de fazer só rock n roll e os fãs também me cobram muito essa coisa da guitarra, diz o músico, que faz uma ode ao instrumento na canção A guitarra é uma mulher, em parceria com Chico Amaral.

Se eu sou o verdadeiro pai do rock brasileiro? Acho isso uma besteira muito grande. São rótulos que as pessoas botam carinhosamente. Uns acham que é o Raul, outros acham que sou eu. Te garanto que o artista não está preocupado com essas coisas. Bem fez a Rita Lee, que para evitar esse negócio de mãe do rock, foi logo dizendo que era a madrasta. Ela fugiu da polêmica e assumiu uma posição com humor. Então eu sou também o padrasto, diz Erasmo, com seu bom humor habitual.

Valor às coisas daqui: As sacadas divertidas transbordam das letras de Rock n roll, geralmente com algum fundo crítico. Na faixa Cover, o músico fala sobre a submissão às coisas que vêm de fora. Gostaria que olhassem mais as coisas daqui. Fico pasmo de ver o espaço que dão para a Susan Boyle, que saiu no mundo inteiro, tudo o que ela fazia era notícia. Isso aí é uma ‘baba-ovice’ tremenda pra mim. Tem muita gente mais consistente no Brasil que não tem espaço na mídia. E a Paris Hilton? Para mim, ela é um sobrenome, uma mulher bonitinha. Eu olho para ela e vejo um hotel, com os braços abertos para receber hóspedes.

Mulheres: Olhar de mangá é uma homenagem às mulheres. Na letra, o autor reúne mais de 50 nomes, de Vera Fischer a Marge Simpson. Pensei no olhar feminino, que é um olhar brabo. Não é um encontro do dia-a-dia não, eu falo da coisa séria. Os grandes ditadores, deuses do mundo que tinham uma mulher do lado, a importância dela nas grandes decisões, de assuntos assim acaba saindo uma coisa bem humorada. Antes de ver o peito e a bunda, o homem vê o olhar da mulher. É um olhar de escravidão no ato. Aí ele já fica derretido e pronto, ela dá o bote.

Lei antifumo: Morador da Barra, no Rio de Janeiro, há 15 anos, o Tremendão – autor do lendário hit É proibido fumar em parceria com Roberto Carlos – diz que a lei antifumo afetou sua vida. Jantar fora, agora, é muito mais difícil, diz. Gosto de fumar meu cigarrinho com um vinho, um café. Esse prazer eu não tenho mais, então eu não vou. Prefiro não ir e fumar na minha casa, que eu fumo pra caramba, e ninguém me diz nada. Prefiro trazer o restaurante para cá.

bruceBruce Springsteen completou 60 anos nesta quarta, dia 23. No momento, ele está em turnê de divulgação do seu último disco, Working on a dream. A turnê termina em novembro, vendeu mais de dois milhões de ingressos e ainda teve espaço para algumas surpresas, como a interpretação na íntegra do disco Born to run no show em Chicago (EUA), sempre ao lado da inseparável E Street Band.

No último álbum, o roqueiro traz canções que reúnem ilusões e esperanças para seu país. Após ter sido um dos mais veementes opositores do ex-presidente George W. Bush, Springsteen fez nos últimos meses campanha a favor de Barack Obama e participou do grande show em Washington antes da posse dele como presidente dos Estados Unidos.

Com milhões de fãs ao redor do mundo, The Boss (apelido de Springsteen) é autor de um dos álbuns mais vendidos da história, Born in the USA, além de ser o vencedor de um Oscar de Melhor Canção Original, em 1993, com a música Streets of Philadelphia.

Springsteen definitivamente é um grande astro do rock, mas não corresponde ao arquétipo da celebridade transformada pela riqueza, pela fama e pelo dinheiro, como foi o caso de seu ídolo, Elvis Presley. “A música me salvou”, disse à revista Time em 1975. “Se não tivesse encontrado a música, não sei o que teria feito. Nunca foi um hobby para mim, sempre foi uma razão para viver”, afirmou Springsteen.

Sua extensa trajetória, que começou em 1973, inclui 16 discos de estúdio. Muitos deles têm a participação de sua esposa, Patti Scialfa, integrante da E Street Band, com quem se casou em 1991 e tem três filhos. Este foi o segundo casamento de Springsteen, que se divorciou da modelo Julianne Phillips em 1988.

O sucesso chegou para The Boss com Born to run, seu terceiro disco, que contém hits como a faixa-título e Tenth Avenue freeze-out. Outros de seus trabalhos de destaque são The river (1980), Tunnel of love (1987) e Devils & dust (2005), o antepenúltimo álbum deste artista vencedor de prêmios Grammy, Emmy e Globo de Ouro graças a músicas como Dancing in the dark, Code of silence e Radio nowhere.

Em dezembro, Springsteen será homenageado pelo Kennedy Center de Washington “por ter contribuído significativamente para a vida cultural” dos EUA e do mundo.

Curte aí Badlands, no Pinkpop Festival esse ano.