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Estimados amantes da música, informo-lhes que a partir de agora estou em outro blog. Agradeço aos leitores pelas críticas e colaborações e aos amigos, pelas sugestões. Quando bater uma saudade, passem por lá: http://atodovolume.wordpress.com.

Abraços,
Andressa 🙂

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Dias atrás conversei com a Carol Lima da banda Fuzzcas, do Rio. Não conhece? Então eu apresento:  Carol Lima (voz), Leandro Souto Maior (guitarra), Felipe Rangel (baixo) e Lucas Leão (bateria).

A Carol compõe desde 2005 e a banda surgiu quando uma demo sua foi selecionada pro Festival Mada em Natal/RN. O primeiro show tinha mais amigos que desconhecidos, mas ainda assim foi marcante.

O universo é vintage: um som inspirado em Beatles, Mutantes, The Who, Celly Campello, Ronnie Von e Charles Chaplin. O nome da banda traduz o estilo fielmente: “Fuzzcas tem a ver com o universo vintage, que é o nosso universo. Fuzz tem a ver com o pedal de guitarra, que os Mutantes usavam muito bem aliás. E também, Beetle é o fusca, carrinho mais famoso dos anos 60!”

O início foi uma aventura: “A gente já tocou em todo tipo de lugar, na calçada da rua, em botecos tristes sem equipamento, mas todos valeram a pena”. Agora a agenda está cada vez mais movimentada. Este ano, marcaram presença no Humaitá Pra Peixe e outros festivais no Teatro Odisséia, Circo Voador e Cinemathèque. Para fevereiro, há a previsão de um show na serra gaúcha, no festival de Canela/RS. Se liga, gauchada!

O próximo álbum está em fase de finalização e se chamará Feliz Dia de Hoje. Algumas músicas estão disponíveis pra download. Vale a pena baixar, clica aê.  Enjoy!

Uma pequena mostrinha..

Contato pra shows: fuzzcas@gmail.com e http://www.myspace.com/fuzzcas

A revista inglesa Classic Rock Magazine promove anualmente uma premiação denominada Classic Rock Roll Honour Awards, evento que tem ganhado mais credibilidade a cada edição. Apresentado por Danny Bowes, o evento aconteceu no hotel Park Lane, em Londres, no mês de novembro.

Saiba quem levou os maiores prêmios e por quê!

Banda do ano: Quem levou foi o Iron Maiden. Janick Gers deu seu depoimento: “A coisa mais importante para uma banda é criar música, caso contrário você não é relevante, você se torna uma paródia”. Ele falou sobre o novo álbum da banda: ” Ficaremos juntos em novembro, com certeza na primeira semana, e prosseguiremos até antes do Natal escrevendo o álbum. Eu estou realmente ansioso para isso: estar com estes caras, escrever canções novas, e tocar com eles é algo sempre muito especial”, disse o guitarrista. O último disco do Iron foi A Matter Of Life And Death, que somou mais de 1 milhão de discos vendidos.

Melhor Banda Nova: Quem recebeu o prêmio foi o Chickenfoot. A banda é formada por Sammy Hagar no vocal e Michael Anthony no baixo (ambos ex-Van Halen), Chad Smith na bateria (Red Hot Chili Peppers) e pelo guitarrista Joe Satriani. O Chickenfoot surgiu de reuniões entre Sammy Hagar, Michael Anthony e Chad Smith no clube Cabo Wabo Cantina, no México. Nessas reuniões, somente por diversão, os renomados músicos notaram que havia uma certa química entre eles. Segundo Hagar, as pessoas o perguntavam se eles sairiam em turmê, ou gravariam um disco e o vocalista respondia que se tivessem que fazer isso, teriam que chamar um grande guitarrista, e é a partir desse momento que Joe Satriani entra na história da nova banda. A princípio, o nome Chickenfoot seria algo provisório, mas os membros decidiram mantê-lo por acreditarem que todos continuariam a se referir a eles pelo nome antigo. A banda lançou seu primerio ábum em 5 de junho, com onze faixas.

Lenda viva: O pioneiro do punk Iggy Pop foi nomeado uma lenda viva. O cantor de 62 anos, famoso por se expor em público, agradeceu pelo prêmio e foi recebido com gritos histéricos do público. Ele fez um discurso recheado de palavrões  e dedicou o troféu ao guitarrista do Stooges, Ron Asheton, que morreu tragicamente no ano passado. “Ele era meu amigo de escola pulamos corda, fumamos maconha, LSD, não tendo ele por perto, eu me sinto muito mal”, declarou Iggy. Confira a matéria do Multishow, com o depoimento aqui.

Inspiração: A homenagem foi para o já falecido baterista do Led Zeppelin, John Bonham. Ele morreu em 25 de setembro de 1980, por coma alcoólico, após ingerir 40 doses de vodca. Bonham usava as baquetas mais pesadas e compridas disponíveis e tinha um estilo pesado, bem demonstrado em “Immigrant song”, “When the levee breaks” e “The ocean”. Embora não fosse tão solto como Keith Moon, nem tão respeitado pela crítica como Ginger Baker, sua potência detrás da bateria influenciou praticamente todos os bateristas do hard rock e do heavy metal.

Contribuição fantástica: Ronnie Wood, guitarrista do Rolling Stones recebeu a honrosa citação por sua “presença eterna na cena”. O prêmio foi dado em reconhecimento a suas realizações musicais com o The Jeff Beck Group, The Faces e agora The Rolling Stones e também para homenagear sua presença que nunca envelhece no cenário do rock. “Já era hora – eu nunca recebi um desses por mim mesmo”. Fica ligado! Segundo o The Sun, os Stones estariam planejando uma nova turnê mundial para 2010.

Álbum do ano: O Black Ice do AC/DC, que ficou no topo das vendas de álbuns em 29 países, foi eleito álbum do ano por leitores da revista Classic Rock. O 15° disco de estúdio da banda foi produzido por Brendan O’Brien e gravado no The Warehouse Studio em Vancouver, Canadá. O nome Black Ice é um referência ao gelo que fica acumulado no asfalto em certas regiões nas noites frias. Na música Black Ice é citado o nome de Cliff Burton, ex-baixista do Metallica, que teria morrido em um acidente de ônibus devido ao acúmulo de gelo no asfalto. O ônibus escorregou, fazendo Cliff voar para fora do ônibus, e o ônibus teria caido em cima dele.

Filme do ano: Anvil! The Story of Anvil , documentário de Sacha Gervasi, conta a saga dos amigos Rob Reiner e Steve Kudlow que, aos 14 anos, fazem um pacto de tocarem Heavy Metal por toda a eternidade. O filme mostra a forma como a banda influenciou toda uma geração de grupos como Metallica, Slayer e Anthrax, continuando, no entanto, em um relativo anonimato. O documentário mostra depoimentos de Lars Ulrich (Metallica), Lemmy Kilmister (Motorhead), Scott Ian (Anthrax) e Slash (Ex Guns n’ Roses). O registro se notabilizou de tal forma que impulsionou uma onda de popularidade para a banda. O vocalista Steve especulou, durante a cerimônia de premiação, uma continuação do documentário: “Todo mundo quer saber qual será o resultado. Eu diria que tem uma chance muito boa de que haverá uma continuação”.


U
ma composição interminada de George Harrison, dos anos 60, foi musicada por Dean Johnson. As 10 linhas foram doadas ao biógrafo Hunter Davies como uma amostra de sua caligrafia para inclusão no livro Beatles.

Hunter pediu ao músico Dean Johnson para que completasse a letra e assim nasceu Silence (Is its Own Reply). “Minha missão consistia em acompanhar o sentimento de George até o fim da canção. As palavras eram tão brutalmente honestas e compassivas e Harrison havia, obviamente, escrito com o coração”, comentou Johnson.

A letra foi inicialmente pensada para ser uma canção de amor não correspondido, mas, pessoas próximas de Harrison afirmam que a canção parece aludir à difícil relação de George com John Lennon.

Silence (Is its Own Reply)

I’m happy to say that it’s only a dream
When I come across people like you,
It’s only a dream and you make it obscene
With the things that you think and you do.

You’re so unaware of the pain that I bear
And jealous for what you can’t do.
There’s times when I feel that you haven’t a hope
But I also know that isn’t true.

Every time I ask you why
Silence is its own reply

It’s so hard to prove what I can do
Compared to someone like you
You make it look easy but you still tease me
When you have got nothing better to do

When the tears are falling and its dawning
The truth will ring out so clear
That no-one’s above you and nobody can love you
Until all that pain disappears

Every time I ask you why
Silence is its own reply

By the time we have talked it over
It’s time to say goodbye
Silence is its own reply

bob dylan with kids

Bob Dylan with Kids (Liverpool, 1966, por Barry Feinstein)

Fotografias de estrelas do rock capturadas por lentes de grandes fotógrafos foram reunidas no museu do Brooklyn/NY. A exposição Who Shot Rock and Roll: A Photographic History, 1955 to the Present. A mostra é composta por 175 fotos de 105 profissionais, vídeos, capas de álbuns e mostras de slides, permanecendo no museu até 31 de janeiro. São retratos impactantes da história da música, registrados por gênios das lentes como Diane Arbus e Annie Leibovitz, Barry Feinstein (fotógrafo do festival de Woodstock), Richard Avedon e Linda McCartney. No rock, imagem, linguagem corporal, moda, são muito importantes; e isso fica claro na mostra. Historiadora especializada em fotografia, a curadora da exposição Gail Buckland afirma que “é a melhor seleção de fotografias do rock já exposta em um museu americano”.

Jagger

Mick Jagger (Philadelphia, 1982, por Michael Putland)

“Sabemos que normalmente interessa mais quem sai na fotografia do que quem a tirou, mas nossa filosofia com esta exposição é mostrar imagens magníficas que mostram a casualidade de algumas das pessoas mais fascinantes do mundo da música”, explica a curadora. Há imagens cotidianas de nomes como Elvis Presley, David Bowie, The Doors, Bruce Springsteen, Jimi Hendrix e James Brown, registradas por entre muitos outros. Entre as raridades estão: imagens nunca expostas antes da plena efervescência dos Rolling Stones, John Lennon e Yoko Ono na cama, um retrato de James Brown feito pelo ator Dennis Hopper e a sessão que Anton Corbijn fez com o U2 para a capa do álbum The Joshua Tree.

Uma das imagens mais importantes é a impressa diretamente dos

John-Lennon-New-York-1974-Posters

John Lennon por Bob Gruen

negativos cedidos pelo fotógrafo Bob Gruen da sessão na qual retratou John Lennon no alto de um terraço de Nova York com uma camisa que diz New York City. “Além de famosa, é talvez a mais roubada, porque está em toda parte”, diz a curadora, ao explicar que a camisa usada pelo ex-Beatle tinha sido um presente do fotógrafo. A historiadora afirma que o fotógrafo queria dar uma imagem nova-iorquina à fotografia e lembrou que havia presenteado Lennon com essa camisa. Por isso, o fez voltar em casa para buscá-la antes de começar a sessão.

“Foi muito difícil conseguir todas estas fotos. A maioria destes fotógrafos nunca mostrou suas imagens em um museu e, além disso, faz pouco tempo que essas imagens são valiosas. Por causa disso, muitos destes artistas tinham perdido as primeiras que revelaram”, conta a curadora.

Para conferir outras fotos, clique aqui.

A banda Frida! está representando o Brasil no U>Rock, o primeiro concurso ibero-americano de bandas universitárias. Após vencer a fase nacional, competindo com 281 grupos brasileiros, a Frida passou a representar o país na etapa internacional, com a canção Conversas intermináveis.

Agora, são 14 bandas de países ibero-americanos (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela). No dia 15 de novembro, será divulgado o nome do grupo vencedor, que viajará à Espanha para tocar junto aos melhores grupos do momento no Festival U>Rock Universia que ocorrerá em Madri, no mês de dezembro.

A banda Frida! iniciou suas atividades em 2005 com o nome Frida Kahlo, como um hobbie entre amigos entediados em uma garagem da cidade de Gravataí/RS. São influenciados pelo rock inglês dos anos 60 a 90, como Beatles, The Kinks, Rolling Stones, Radiohead e Travis. Atualmente, a Frida conta com Sandro Silveira (vocal e guitarra), Andriel Cimino (guitarra), Jero Silvello (baixo) e Leandro Chites (bateria). Além de ter vencido a etapa nacional do U>Rock, já dividiram o palco com Wander Wildner, Graforréia Xilarmônica, Frank Jorge e Locomotores.

Ouça as outras bandas aqui. Assista ao vídeo e opine à vontade.

Preety Green
A
pós o fim do Oasis, o ex-vocalista Liam Gallagher planeja a nova carreira musical, com planos de montar a nova banda até janeiro de 2010. “Podemos fazer alguma coisa diferente, mas definitivamente será rock and roll”, disse ao jornal escocês The Scotsman, destacando que os fãs também precisam de um tempo para se acostumar com as mudançasem entrevista . Atualmente, Liam está promovendo sua linha de roupas chamada Pretty Green.

noel gallagherO ex-guitarrista, Noel Gallagher, primeiro a deixar a banda, disse sentir falta do antigo grupo. “Aquilo era meu, você entende? Era o que eu sou. Mas é apenas um nome. Posso fazer outra coisa. Eu tenho a música em mim. Nunca vou deixar isso para trás”.

Voltando a Liam, é realmente estranho vê-lo como designer de moda, mas ele mesmo declarou que depois de 18 anos fazendo música era hora de relaxar desenhando roupas interessantes e servindo até como modelo delas em seu site.  É uma linha de vestuário clássico, em edição limitada, que inclui calçados, jeans, malhas, casacos, trench coats, parkas, camisetas, chapéus, lenços e outros acessórios, todos sujeitos a aprovação final de Liam.

liam-pretty-greenA grife, assim como o Oasis, é repleta de referências aos Beatles, desde o próprio logo, que lembra a capa do disco Rubber Soul. “Lembra quando os velhos Beatles tinham que usar aqueles ternos e tudo o mais?”, pergunta Liam. “Eu simplesmente pensei o seguinte: livre-se do colarinho e essas coisas. E essa é basicamente a minha pegada nisso”.

A primeira coleção, criada pelo estilista Nick Holland, foi lançadas em outubro. Mas Liam, o maior acionista e chefe da marca, garante que não ficará muito abalado se a Pretty Green não se tornar um grande sucesso: “Vou levar do jeito que levo minha música. Você não pode forçá-la goela abaixo das pessoas. Ou você gosta ou você não gosta. Não vou chorar durante a noite, preocupado se as pessoas vão comprar as roupas ou não”.

“Moda e música são minha paixão. Eu não estou aqui para competir no mercado e também não faço isso por dinheiro. Eu estou fazendo isso, porque faltam coisas lá fora para eu usar”. Abaixo, vídeo no qual o próprio fala sobre a marca.

Sobre carreiras solo bem sucedidas

Quando certos grupos terminam é muito comum seus ex-integrantes partirem para carreira solo. Se os membros de Oasis, seguirem pelo mesmo rumo daqueles que foram grande influência para o grupo, BEATLES, estarão no caminho certo. Na história da música pop, as quatro carreiras solo mais bem sucedidas da história são as de Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Star, com a dissolução dos Beatles.

Paul McCartney: Em 1970, Paul lança seu primeiro álbum chamado McCartney, seguido por Ram, de 1971, considerado o melhor disco em carreira solo. Para muitos, quando McCartney lançou Ram, é como se fosse o disco que os Beatles nunca fizeram.

John Lennon: Ele já vinha desde 1968 ao lado de Yoko Ono com suas loucuras e experimentalismos, como em seu disco de casamento, o Wedding Album, de 1969, e depois Two Virgins. No mesmo ano, ele lançou o sensacional Live Peace In Toronto 1969, mas foi em 1970 que sua carreira solo veio para valer. Ele lançou John Lennon/Plastic Ono Band, seguido por Imagine, também considerados seus melhores trabalhos.

George Harrison: Também vinha experimentando desde 1968 com trabalhos mais conceituais, como a trilha Wonderwall e o estranhísssimo Eletronic Sound. Mas foi em 1970 que ele lançou sua verdadeira obra-prima, o álbum triplo All Things Must Pass.

Ringo Starr: Foi o menos privilegiado, porém cultuado e queridíssimo. Sua carreira solo é a menos clássica dos Beatles, mas ao mesmo tempo curiosa e intrigante. Ringo Starr era apenas um bom baterista, mas tem uma diferença, ele era o batera dos Beatles e é isso que importa. A trajetória solo de Ringo Starr também começou em 1970, com o álbum Sentimental Journey, um disco com regravações de clássicos dos anos 30 e 40. No mesmo ano, ele lançou Beaucoups Of Blues, mas foi com o álbum Ringo, de 1973, em que o ex-Beatle conseguiu seus melhores resultados. Um detalhe importante, é que nesse disco aparecem todos os Beatles, mas tocando separadamente em certas músicas.